terça-feira, 30 de abril de 2013

Eu acho que a vida poderia ser maravilhosa... se nela só existisse o Jorge e eu.

O Jorge é o único que me vê quando quero que ninguém me veja... é o único que me entende, que sabe quem realmente sou... O Jorge sou eu masculino.

O Jorge...  por que não consigo esquecê-lo? E por que não consigo amá-lo? Será que o amo e o que acontece mesmo é que não consigo admitir?

Há dias em que me odeio. Por que tenho de ser tão complicada? Por que não consigo simplesmente ser como as pessoas que levam a vida na boa... amam e são amadas... ficam juntas... abraçam-se e quando não conseguem mais abraçar-se simplesmente se separam e seguem com sua própria vida?

Por que não consigo simplificar as coisas? Seria... ou é... tudo tão simples: o Jorge me ama e ponto. O Jorge é maravilhoso e ponto. Qualquer mulher deste mundo daria tudo pra tê-lo ao lado... e eu fico aqui esnobando... e ponto.

Um dia ele vai deixar de me amar... pelo menos de me amar tanto assim - como ele me ama - e aí a vida vai ficar vazia... então, digo pra mim mesma, 'faça alguma coisa'... 'ame o Jorge e ponto'.

O Jorge sabe que escrevo... só não sabe que escrevo publicamente... o nome dele na verdade nem é Jorge... jamais iria expor quem gosta tanto de mim.

Jorge, se você um dia ler este texto e se identificar nele, só quero que saiba que não esnobo você... eu daria a minha vida só pra amar você...

Mas eu não consigo :(

Será que isso tem a ver com quando eu tinha sete anos?

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